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Línea — Os mercados globais tiveram uma sessão de alívio nesta segunda-feira (23), com os investidores repercutindo a sinalização do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de que reconsideraria as tarifas impostas pelo governo Trump à China.

Por aqui, o Ibovespa (IBOV) seguiu o bom desempenho do exterior e fechou em alta de 1,71%, aos 110.345 pontos. Já o dólar recuou pelo terceiro pregão consecutivo, negociado próximo dos R$ 4,80.

Na Bolsa, os destaques positivos foram ações expostas a commodities, como Petrobras (PETR3; PETR4), cujos papéis subiram 3,69% (ON), a R$ 39,06, e 3,93% (PN), a R$ 36,20, em um dia de ganhos para o petróleo, com o barril do tipo Brent negociado próximo dos US$ 113.

Outras empresas ligadas ao setor, como 3R Petroleum (RRRP3) e PetroRio (PRIO3) também subiram: 2,73% e 2,71%, respectivamente, negociadas a R$ 43,72 e R$ 26,17.

Na ponta oposta, as maiores perdas do Ibovespa foram lideradas pelos papéis do Banco Inter (BIDI11), com baixa de 5,16%, e da Qualicorp (QUAL3), com queda de 4,55%.

Na semana, destaque para a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, a ata da última reunião do Federal Reserve, PIB dos EUA e dados do Caged, no Brasil, entre outros.

Confira como fecharam os mercados nesta segunda-feira (23):

Cena internacional

As ações ao redor do mundo têm apresentado forte volatilidade à medida que os investidores avaliam o impacto das políticas de covid da China e do aperto monetário americano nas perspectivas para as maiores economias do mundo. Pequim relatou um número recorde de casos, revivendo as preocupações com os bloqueios, e adotou várias medidas para tentar estabilizar ainda mais a economia.

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Nos Estados Unidos, os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, que dará aos mercados, na próxima quarta-feira (25), uma visão sobre a intensidade pretendida para o processo de aperto monetário do banco central dos EUA.

O presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, disse que o banco central deve antecipar uma série agressiva de aumentos de taxas para empurrar as taxas para 3,5% no final do ano, o que, se bem-sucedido, reduziria a inflação e poderia levar a uma flexibilização monetária em 2023 ou 2024.

— Com informações da News

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